Juro baixo deve estimular economia, que mostra sinais de retomada gradua, diz BC

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Presidente da instituição, Ilan Goldfajn, avaliou em SP que juros básicos devem continuar caindo e disse que 'fintechs' de crédito e segurança cibernética devem ser objeto de consulta pública.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta sexta-feira (11), em seminário em São Paulo, que o processo de queda da taxa Selic, que atingiu 9,25% ao ano no fim de julho, o menor patamar em quatro anos, tem levado ao recuo das juros reais, calculados após o abatimento da inflação estimada para os próximos 12 meses.
Com a redução promovida pelo BC nos últimos meses, em termos reais, observou Goldfajn, os juros brasileiros estão atualmente em cerca de 3,5% ao ano, um patamar que, em sua avaliação, "tende a estimular a economia". O discurso do presidente do BC foi divulgado por sua assessoria de imprensa.
"Há sinais de estabilização da economia e de retomada gradual da atividade. No primeiro trimestre deste ano, em comparação aos três meses anteriores, a economia brasileira cresceu 1%. É uma taxa de crescimento forte, refletindo o desempenho muito bom da atividade agrícola", acrescentou Goldfajn.
O Banco Central manteve, em junho, sua projeção de crescimento da economia em 0,5% para este ano, mas o mercado financeiro estima que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) será menor: de 0,34% em 2017.
O presidente do Banco Central avaliou, em seu discurso no seminário, que a aprovação e a implementação das reformas, e de ajustes na economia brasileira que garantam o equilíbrio das contas públicas, são "fundamentais para a sustentabilidade da desinflação e para a garantia de um ambiente estável que estimule o crescimento econômico".

Queda dos juros
Ilan Goldfajn também repetiu que, devido às expectativas de inflação estarem "ancoradas" em torno da meta central de inflação (de 4,5% para este ano e para o próximo) e do "alto grau de ociosidade da economia" (causado pelo baixo nível de atividade), "há expectativa de quedas adicionais à frente" da taxa Selic.

"A convergência da inflação para a meta de 4,5% no horizonte relevante para a condução da política monetária, que inclui o ano-calendário de 2018, é compatível com o processo de flexibilização monetária [corte dos juros]", acrescentou ele.
O mercado acredita que os juros básicos recuarão para 7,5% ao ano no fim de 2017 - próximos da mínima histórica de 7,25% ao ano.
Consulta pública
O presidente do BC também informou que dois temas devem ser colocados em consulta pública "em breve": fintechs de crédito e segurança cibernética.
Para ele, em paralelo à criação de responsabilidades, as novas tecnologias podem também trazer soluções e capacidades para os formuladores de políticas na identificação e no tratamento dos riscos.
As chamadas "fintechs" são os serviços ou empresas do setor financeiro que utilizam tecnologias modernas, geralmente com uso da internet.
"O desenvolvimento tecnológico tem facilitado o aparecimento de novos modelos de negócio, como as fintechs de crédito, que tendem também a aumentar a concorrência no sistema financeiro, propiciando o aumento da oferta de crédito destinada ao atendimento de alguns segmentos da economia, particularmente dos micro, pequenos e médios empreendedores", disse Goldfajn.
Quanto à segurança cibernética, disse ele, a utilização cada vez mais intensa da tecnologia da informação na oferta de produtos e serviços tem possibilitado o aumento da eficiência no setor financeiro, com maior comodidade para clientes e usuários.
"No entanto, tais inovações tecnológicas, associadas à intensificação do uso da internet e de aplicativos para o acesso a serviços bancários, traz também desafios para reguladores e instituições financeiras. Um desses desafios diz respeito à segurança, crucial para o funcionamento seguro e eficiente do sistema financeiro", declarou.

fonte: g1.globo

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